PremiumPSD quer prolongar ‘lay-off’ pelo menos até 30 de setembro

Governo inicia na próxima semana o processo para lançar um programa de emergência económico e social para uma resposta estruturada à crise.

O PSD defende o prolongamento do regime simplificado de lay-off pelo menos até 30 de setembro e que essa medida faça parte do programa de emergência económico e social para relançar a economia que o Executivo de António Costa se prepara para levar a Conselho de Ministros até ao fim do mês. Os patrões também exigem o prolongamento do lay-off, previsto até 30 de junho. E o Presidente da República aconselhou o Governo a fazê-lo, se tiver margem financeira para estender o regime extraordinário lançado em março, em resposta ao impacto da pandemia de Covid-19 na economia nacional e como forma de mitigar a previsível escalada do desemprego.

“O regime simplificado de lay-off deve ser prolongado pelo menos até 30 de setembro”, avançou ao Jornal Económico Duarte Pacheco, coordenador do grupo parlamentar do PSD na Comissão de Orçamento e Finanças, realçando que “há setores e empresas que, quando terminado o lockdown económico decretado pelo Executivo, perdem a possibilidade de acesso a apoios”. É o caso, diz o parlamentar social-democrata, da restauração, que foi forçada a reduzir em 50% a sua lotação, e que não pode manter empregados para 100% da sua atividade, acrescentando que há outras empresas na mesma situação, nomeadamente as que estão associadas a setores de praia e animação, com uma taxa de ocupação menor por imposição legal.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumJoão Duque: “Procura deve ser mais dirigida para arrendamentos de longo prazo”

Economistas acreditam que se os preços e as rendas das habitações se ajustarem, o mercado poderá “animar”. Teletrabalho pode levar as empresas a libertarem espaços para arrendamento habitacional.

PremiumExtrema-direita ao assalto da direita em Espanha

Vox liderou moção de censura ao governo de coligação PSOE-Podemos. Derrotada à partida, foi uma autêntica ‘rasteira’ à direita tradicional do PP. As suas consequências na política espanhola são imprevisíveis.

PremiumCEO da Somague: “Nós, empresas portuguesas, respeitamos os nossos concorrentes”

Eduardo Campos Pozuelo conseguiu reduzir a dívida da construtora do Grupo Sacyr de 200 para 45 milhões de euros em menos de três anos.
Comentários