PSI-20 fecha em alta em linha com a Europa. EDP Renováveis volta a brilhar

No topo das subidas da sessão está mais uma vez a EDP Renováveis que valorizou para +2,23% para 13,74 pontos. Já a EDP fechou a subir +1,14% para 4,54 euros. Em queda destacou-se o BCP e os CTT com descidas de mais de 1%.

O PSI-20 fechou a subir 0,77% para 4.464,64 pontos. No topo das subidas da sessão está mais uma vez a EDP Renováveis que valorizou para +2,23% para 13,74 pontos. Já a EDP fechou a subir +1,14% para 4,54 euros.

A Altri também se destacou ao subir +2,30%  para 4,28 euros. Comportamento positivo teve também a Semapa (+1,99% para 8,22 euros) e a Navigator (+1,12% para 2,17 euros). Também a Mota-Engil se destacou no verde ao ganhar +1,85% para 1,210 euros. Já a Sonae avançou +1,66% para 0,6440 euros.

Pela negativa destacaram-se o BCP, os CTT e a Novabase. O banco perdeu -1,04% do seu valor ao fechar nos 0,1051 euros por ação. Os CTT recuaram -1,14% para 2,17 euros. Já a Novabase caiu -0,94% para 3,16 euros. Também a Corticeira Amorim fechou em queda de 0,79% para 10,10 euros.

A maioria das bolsas europeias fechou em alta e próxima de máximos da sessão. “A revelação de que a produção industrial em Itália teve uma recuperação surpreendente em maio foi um ponto positivo no dia de hoje”, destaca Ramiro Loureiro, Analista de Mercados do Millennium investment banking.

“Destaque para a volatilidade nos preços do petróleo, que estiveram a negociar no vermelho perante projeções da AIE, mas à hora de fecho do mercado europeu subiam mais de 1%”, adiantou o analista.

Nas empresas os ganhos foram transversais a todos os setores no universo Stoxx600 com o Healthcare a ser a exceção.

O FTSE 100 subiu 0,76% para 6.095,41 pontos; o CAC ganhou 1,01% para 4.970,5 pontos; o DAX avançou 1% para 12.633,7 pontos; o FTSE MIB cresceu 1,34% para 19.767,6 pontos e o espanhol IBEX a ganhar 1,16% para 7.321,1 pontos.

O EuroStoxx 50 valorizou 1,07% para 3.296,2 pontos.

A produção industrial em Itália com registo surpreendente em maio e França a mostrar recuperação da produção industrial em maio, foram os destaques macroeconómicos.

O euro subiu 0,25% para 1,1313 dólares.

No petróleo, o Brent em Londres avança +1,46% para 42,97 dólares o barril. A Agência Internacional de Energia (AIE) reviu, esta sexta-feira, em alta as previsões para a procura global de petróleo este ano, especialmente porque a queda verificada no segundo trimestre é menor do que o esperado. Os autores do estudo estimam que o mercado global irá absorver uma média de 92,1 milhões de barris de petróleo por dia este ano, ou seja, menos 7,9 milhões de barris do que em 2019, mas também mais 400.000 barris do que tinham estimado em junho. A principal razão para isto é que a procura no segundo trimestre foi de 82,9 milhões de barris por dia, com uma queda de 16,5 milhões de barris em comparação com o mesmo período do ano passado, que no entanto foi 1,5 milhões de barris superior à previsão feita há apenas um mês.

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