Quidgest. Soluções em prol dos Objetivos Sustentáveis da ONU impactaram clientes a nível internacional

A empresa de software portuguesa considera que a valorização por soluções mais ‘verdes’ são o “caminho que tem de ser traçado por todas as organizações”. Reforço nesta estratégia resultou em impactos em sete países, nomeadamente em El Salvador, Angola, Moçambique, Jamaica, Timor-Leste, Cabo Verde, Quénia.

A Quidgest, multinacional de software com sede em Lisboa, tem reforçado a aposta no sector da sustentabilidade para ser um acelerador da retenção e atração de clientes e colaboradores como forma de apoiar a agenda 2030 das Nações Unidas no cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A Quidgest considera que a valorização por soluções mais ‘verdes’ são o “caminho que tem de ser traçado por todas as organizações”, embora destaque que a maioria dos software que já estavam em vigor são, por natureza, de forma a fomentar a sustentabilidade.

Olhando para o plano da ação da empresa, existe “pelo menos uma solução estruturante que contribui para as metas de cada um dos 17 ODS”. Estas vão desde soluções que ajudam num melhor funcionamento das organizações, garantindo que estas são transparentes,  até soluções que promovem a distribuição de riqueza, salvaguardam direitos fundamentais e apoiam no processo de controlo da dívida pública.

“Ao trabalharmos junto de organismos multilaterais e bilaterais, este cariz sustentável é ainda mais notório na concretização dos projetos, sendo denominadores comuns a transferência de conhecimento e um aumento da capacitação das pessoas envolvidas, mensurável e com impacto a longo prazo”, diz a Global Sustainability Business Developer, Soledad González, ao Jornal Económico (JE) acrescentando que a “sustentabilidade é um caminho que tem de ser traçado por todas as organizações” e que essa aceleração pode ser concretizada através da tecnologia.

Desta forma, as soluções da Quidgest para o desenvolvimento sustentável já tiveram um impacto em sete países, nomeadamente em El Salvador, Angola, Moçambique, Jamaica, Timor-Leste, Cabo Verde, Quénia.

Outro dos resultados que surgiram desta estatrégia foi o desenvolvimento da solução modular de combate à pandemia, chamada VirVi (Virus Vigilance and Control Data), um sistema criado para facilitar a gestão de desafios epidemiológicos globais, que se centra na monitorização do ciclo de vigilância da doença.

Segundo a responsável, “esta solução utiliza a centralização e qualidade dos dados chave”, como possíveis casos, resultados de testes, cadeias de transmissão, acompanhamento clínico, vigilância ativa e passiva e número de recuperados, além de “criar meios para aliviar o colapso dos serviços de atendimento telefónico, ao disponibilizar ferramentas online para autodiagnóstico e priorização”. Desde a sua criação, lares de idosos e unidades de investigação em universidades têm recorrido a este sistema da Quidgest.

No entanto, este software desenvolvido pela tecnológica pode assumir outras proporções, nomeadamente acompanhar a distribuição regional da propagação, o surgimento de novas estirpes do vírus, gerir os planos de vacinação, avaliar a saturação de meios, efeitos económicos, as consequências sociais.

“Um espelho digital bem construído é um poderoso instrumento de acompanhamento dinâmico da realidade e de simulação de impactos, melhorando a qualidade das decisões tomadas perante situações críticas”, explica Soledad González.

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