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Rally de Portugal: impacto económico subiu 11% para 183 milhões em 2024

Em termos de receita fiscais, o Rally de Portugal gerou 22,6 milhões de euros, “dos quais 13,6 milhões resultaram do IVA e nove milhões de euros do ISP. “Esta verba representa 24,1% do impacto económico direto do evento, evidenciando a sua importância para a economia nacional”, salientou um estudo da Universidade do Algarve.
20 Fevereiro 2025, 11h54

O Rally de Portugal, edição de 2024, gerou um impacto económico de 183,3 milhões de euros, uma subida de 11,2% face ao ano anterior, avança um estudo da Universidade do Algarve sobre a competição motorizada, enquanto que a receita fiscal ficou em 22,6 milhões de euros.

“O evento gerou 93,6 milhões de euros em despesa direta por parte dos adeptos, equipas e organização nas regiões, sendo que 36% foram provenientes de visitantes estrangeiros, dos quais 25% visitavam pela primeira vez o país”, referiu o estudo.

O Rally atraiu cerca de 1,2 milhão de assistências, teve uma estadia média de 2,9 noites, que subiu para as 3,2 noites no caso dos turistas estrangeiros, ficando acima dos valores habituais das regiões Norte (1,9 noites) e Centro (1,8 noites).

Em termos de receita fiscal a prova motorizada gerou 22,6 milhões de euros, “dos quais 13,6 milhões resultaram do IVA e 9 milhões de euros do ISP. “Esta verba representa 24,1% do impacto económico direto do evento, evidenciando a sua importância para a economia nacional”, salientou o estudo.

Esta prova teve um tempo total de transmissão televisiva de 873 horas e 15 minutos, “com 90% desse tempo a ser transmitido em direto, em mais de 100 países”, com os mercados estrangeiros mais impactados pela transmissão a serem o Japão, Finlândia, Espanha, Itália, Reino Unido e Indonésia.

“A exposição mediática do evento em euros (AVE – Advertising Value Equivalent), foi avaliada em 89,6 milhões de euros”, salientou o estudo.

Cerca de 94,8% dos visitantes nacionais e 96,9% dos visitantes estrangeiros classificaram o destino como “bom” ou “muito bom”, e cerca de 66% manifestou intenção de regressar no inverno.


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