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Reposição de serviços em Leiria enfrenta maiores dificuldades, diz Vodafone

A passagem da depressão Kristin pelo território português, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
29 Janeiro 2026, 13h52

A Vodafone Portugal adiantou esta quinta-feira que a reposição dos seus serviços em Leiria, um dos distritos onde se registaram mais estragos devido à depressão Kristin, enfrenta ainda dificuldades, uma vez que está dependente do acesso às infraestruturas afetadas.

“O distrito de Leiria, por ter sido particularmente afetado, é também aquele onde a reposição dos serviços enfrenta maiores dificuldades, já que está dependente de condições de acesso às infraestruturas afetadas e da reposição do fornecimento de energia”, indicou fonte oficial da Vodafone Portugal, numa nota enviada à Lusa.

Persistem assim dificuldades na reposição da rede móvel, mas a Vodafone fez deslocar para a cidade de Leiria, em articulação com a Proteção Civil, duas estações base móveis para reposição e reforço da cobertura em locais considerados estratégicos.

Paralelamente, está a ser reforçada a autonomia energética em três ‘sites’ móveis, com a colocação de geradores.

O serviço físico já se encontra recuperado, mas o acesso de clientes está dependente do restabelecimento da energia elétrica nas suas casas.

A Vodafone também reforçou a autonomia energética de ‘sites’ móveis na Marinha Grande, Nazaré, Figueira da Foz, Fátima e Peniche.

Em particular, na Figueira da Foz já estão recuperados os serviços móvel e fixo.

A empresa perspetiva ainda que ainda hoje outras localidades da zona Centro tenham também os seus serviços restabelecidos.

Segundo a mesma nota, a Vodafone Portugal ativou igualmente a sua equipa de voluntários de resposta a situações de emergência, “que vai dar apoio de conectividade a locais com necessidades criticas”.

A passagem da depressão Kristin pelo território português, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território do continente, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo anunciou que vai decretar situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade.


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