Resultados líquidos da Vista Alegre Atlantis baixaram 133% no primeiro semestre devido à Covid-19

Com o encerramento das lojas, as vendas semestrais do mercado interno situaram-se nos 7,2 milhões de euros, menos 6,7 milhões quando comparado com os 13,9 milhões de euros de vendas do mercado interno nos primeiros seis meses de 2019. No primeiro semestre de 2020 registou uma quebra homóloga de 133%, correspondente a um prejuízo de 3,4 milhões de euros.

Os resultados da Vista Alegre Atlantis (VAA) ficaram em terreno negativo no primeiro semestre deste ano devido aos efeitos da pandemia da Covid-19. Os resultados líquidos passaram dos 3,7 milhões no primeiro semestre de 2019, para os 3,4 milhões de euros negativos no primeiro semestre deste ano, com uma variação homóloga negativa de 133%.

Isto com o volume de negócios a baixar 26%, para 42,6 milhões de euros e o EBITDA com uma redução de 65%, situando-se nos 4,1 milhões de euros, segundo informação da empresa. Os mercados externos representam 83,2% do volume de negócios, um crescimento de 7,4 p.p face ao período homólogo, essencialmente com as vendas para países como a França, Holanda e Itália, adianta a VAA.

Com o encerramento das lojas, as vendas do mercado interno situaram-se nos 7,2 milhões de euros, menos 6,7 milhões quando comparado com os 13,9 milhões de euros de vendas do mercado interno nos primeiros seis meses de 2019, refere a mais antiga empresa de porcelanas da Península Ibérica.

“Apesar das circunstâncias excecionais que Portugal e o mundo atravessam no último trimestre, o Grupo Vista Alegre conseguiu no mês de junho um volume de negócios de 9,2 milhões de euroos, superando em cerca de 6%o período homólogo (8,7 milhões de euros), representando um importante sinal da recuperação gradual da sua atividade face ao cenário negativo vivido no pico da pandemia”, explica o comunicado da empresa fundada em 1824 por José Ferreira Pinto Basto.

No segundo trimestre deste ano a VAA assegurou a contratualização de duas encomendas, no valor de 16,2 milhões de euros, refere a empresa. Uma das operações resulta da parceria com a marca Zwilling, detalha ainda. Já o outro contrato está protegido por um acordo de confidencialidade, explica a VAA.

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