Depois outro drone sobrevoou o palácio presidencial em Varsóvia e vários edifícios governamentais, mas apesar das suspeitas de ser russo ou bielorrusso, as autoridades apanharam os responsáveis e era um jovem ucraniano que foi deportado.
O Ministério da Defesa da Rússia negou nesta sexta-feira que seus caças tenham violado o espaço aéreo da Estónia, avança a Reuters.
“Os aviões estavam num um voo planeado do noroeste da Rússia para Kaliningrado e voaram sobre as águas neutras do Báltico”, explicou o Kremlin depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros, Margus Tsahkna, ter dito que três jatos militares russos entraram no espaço aéreo da Estónia e terem estado 12 minutos sobre o Golfo da Finlândia, numa publicação no X.
“Tal violação é completamente inaceitável. O Governo estónio decidiu solicitar consultas nos termos do artigo 4.º da NATO”, escreveu o primeiro-ministro, Kristen Michal, numa mensagem na rede social X.
“O voo foi realizado em estrita conformidade com as regras internacionais que regem o espaço aéreo, sem violação das fronteiras de outros Estados, como confirmado por verificações independentes”, disse o Ministério da Defesa russo sobre os três caças MiG-31 em um post no Telegram.
Vários alegados incidentes têm surgido depois que drones russos não armados foram abatidos sobre a Polónia, cuja fronteira é com a Bielorrússia, o que serviu de pretexto para NATO reforçar a sua presença militar e a vigilância no flanco leste da Aliança, incluindo a Polónia.
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