Sardenha, Ibiza e outros destinos onde investir o seu dinheiro sem sair de casa

A plataforma de crowdfunding imobiliário Housers oferece a oportunidade de investir, com um mínimo de 50 euros, em projetos imobiliários localizados em destinos turísticos, sem a necessidade de sair de casa.

Se procura uma forma de rentabilizar os rendimentos extra do seu subsídio de férias a plataforma de crowdfunding imobiliário Housers oferece-lhe essa oportunidade de investir, com um mínimo de 50 euros, em projetos imobiliários localizados em destinos turísticos como Sardenha, Marbella ou Ibiza e sem precisar de sair de sua casa.

O mais recente projeto lançado na plataforma encontra-se em Ibiza e permite aos portugueses entrarem no mercado imobiliário. Os investidores podem por exemplo, financiar a compra e renovação de uma vivenda com piscina, num terreno de 1.965 metros quadrados, e receber mensalmente o montante correspondente à taxa de juro acordada com o promotor, bem como a respetiva devolução do capital do empréstimo, com uma rentabilidade anual esperada de 8,5%.

Pode ainda optar por investir no mercado imobiliário italiano, na ilha da Sardenha, num projeto que consiste na concessão de um empréstimo participativo a um promotor para financiar a construção de sete villas, cada uma delas com uma área de superfície de aproximadamente 100 metros quadrados, sendo que a rentabilidade anual esperada é de 9%.

Em Portugal desde outubro de 2017, a Housers já angariou mais de quatro milhões de euros provenientes de mais de 13 mil utilizadores portugueses. A nível global esta plataforma já ultrapassou os 88 milhões de euros de investimento acumulado e no total os promotores já devolveram aos investidores um valor acumulado de 30 milhões de euros de capital e benefícios.

João Távora, responsável pelos mercados internacionais da empresa espanhola, incluindo Portugal, refere que “ter uma almofada financeira nesta altura do ano pode ser o momento indicado para entrar no mundo dos investimentos e rentabilizá-la”.

O responsável salienta que “para os menos adeptos de assumir riscos muito elevados, o crowdfunding imobiliário surge como uma alternativa que oferece taxas de rentabilidades mais elevadas do que aquelas oferecidas por outras modalidades convencionais e dá acesso a zonas de crescente valorização, inacessíveis de outra forma”.

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