A Solaria Energía y Medio Ambiente obteve as Declarações de Impacto Ambiental (DIA) favoráveis para a instalação de aproximadamente 1 GWh de armazenamento com baterias em 16 centrais fotovoltaicas localizadas em Castela-Mancha e Castela e Leão.
Este novo marco regulatório reforça a estratégia de hibridização de ativos renováveis da companhia e consolida o seu posicionamento como um dos principais operadores integrados de geração e armazenamento na Europa.
Com este novo marco regulatório, a companhia atinge quase 3 GWh de capacidade de armazenamento com aprovação ambiental em território espanhol, consolidando a sua posição como um dos principais operadores integrados de geração e armazenamento na Europa.
Estes novos ativos somam-se aos 780 MWh já autorizados no complexo de Garoña e a outros 908 MWh distribuídos por 11 centrais, fortalecendo um modelo industrial focado na hibridização, digitalização e flexibilidade da rede.
O CEO da Solaria, Arturo Díaz-Tejeiro, classificou o momento como um “ponto de inflexão”, sublinhando que a empresa está a construir uma plataforma energética mais resiliente e preparada para a penetração massiva de energias renováveis.
Fundada em 2002 e cotada no Ibex 35 desde 2020, a Solaria tem vindo a transformar o seu modelo de negócio, focando-se agora em soluções energéticas que incluem centros de dados sustentáveis e armazenamento stand-alone. Atualmente, a empresa mantém um compromisso com a sustentabilidade, tendo já reduzido a sua pegada de carbono em 90% e estabelecido a meta de atingir a neutralidade carbónica até 2030.
A Solaria tem uma presença ativa e estratégica em Portugal. A empresa opera atualmente 63 MW de potência através de quatro centrais inauguradas em 2021. Recentemente, inaugurou a central de Casais da Marmeleira e obteve licenças ambientais para mais 375 MW nos projetos de Casal de Valeira e Vale Pequeno.
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