As perspetivas de um novo avanço do nível de globalização, aliadas ao regresso de uma política monetária mais expansionista, com mais um corte nas taxas de juro por parte da Reserva Federal, continuam a impulsionar os mercados acionistas.
Apesar da paralisação parcial do governo norte-americano, das tensões políticas e dos elevados défices orçamentais em França, bem como de alguns sinais de escassez de liquidez no mercado monetário norte-americano nas últimas semanas — evidenciados pelas dificuldades renovadas da banca regional dos EUA — os mercados acionistas mantêm-se robustos e continuaram a atingir máximos históricos consecutivos, sustentados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial.
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