“I think I’m a special one”. O dia 2 de junho de 2004 marca a história do futebol português e daquele que muitos consideram ser o melhor treinador português de todos os tempos. Esta terça-feira e vinte e um anos depois de proferir a frase que o marcaria até hoje, José Mourinho regressa a Stamford Bridge, como treinador do SL Benfica, para mostrar aos “blues” que ainda é treinador de Liga dos Campeões.
Esta terça-feira (20h00) marca o fim de um longo jejum em que o treinador português regressa finalmente à competição que mais gosta e que venceu por duas vezes: uma com o FC Porto (2003/04) e outra com o Inter de Milão (2009/10). A última vez que José Mourinho ouviu o hino da “Champions” foi na época 2009/10 ao serviço do Tottenham, quando caiu aos pés do Leipzig. Desde então, só ouviu as notas de competições da UEFA sem o mesmo peso e tradição.
Na principal competição da UEFA, José Mourinho apresenta um currículo muito interessante: são 81 vitórias em 151 jogos (ganhou quase 54% das partidas que disputou) e ainda 259 golos marcados e 133 sofridos.
O Chelsea foi o primeiro clube internacional a apostar no técnico português após duas épocas absolutamente mágicas para o treinador ao serviço do FC Porto: bi-campeonato, uma Taça UEFA e uma Liga dos Campeões. Stamford Bridge foi a sua casa durante sete temporadas (2004/05 a 2007/08 e de 2013/14 a 2015/16). Na primeira passagem, Mourinho gastou 402 milhões em jogadores. Foi despedido, recontratado e voltou aos gastos: 364,5 milhões de euros. Como “blue”, venceu três Premier League, três Taças da Liga e uma Taça de Inglaterra.
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