The Economist: Portugal é o sétimo país da OCDE mais favorável para as mulheres trabalharem

Intitulado de “Glass Ceiling Index” para 2021, divulgado numa altura em que se aproxima do Dia da Mulher, os especialistas agregaram dados como educação, emprego, salário, encargos com crianças, direitos de maternidade e paternidade e representação em cargos de topo para fazer esta avaliação.

Um ranking de 29 países elaborado pela revista norte-americana “The Economist” dá conta que Portugal é o sétimo país da OCDE mais favorável para as mulheres trabalharem, situando-se à frente de países com a Alemanha, Holanda e Reino Unido.

Intitulado de “Glass Ceiling Index” para 2021, divulgado numa altura em que se aproxima do Dia da Mulher, os especialistas agregaram dados como educação, emprego, salário, encargos com crianças, direitos de maternidade e paternidade e representação em cargos de topo para fazer esta avaliação.

A compor o topo do ranking surgem alguns países nórdicos como a Suécia, a Islândia, Finlândia e Noruega. A classificação é justificada porque estas nações “são particularmente boas a ajudar as mulheres a concluírem a faculdade, garantir um emprego, dar acesso a posições de topo nas empresas e beneficiar de sistemas de licença e de horários de trabalho flexíveis”, refere a publicação. Em quinto e sexto lugar surgem França e Dinamarca.

A vizinha Espanha aparece a meio da tabela, em 15º lugar, seguindo-lhe da Austrália e a Áustria, respetivamente.

Abaixo da média da OCDE, surge os Estados Unidos (18º), Reino Unido (20º) e a Alemanha (22º) e a fechar o top o “The Economist” refere a a Coreia do Sul (29.º), pelo nono ano consecutivo, próxima do Japão e da Turquia. Isto porque, refere a revista, nos países asiáticos ainda se espera que as mulheres tenham de escolher entre ter uma família ou uma carreira.

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