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Todos os caminhos vão dar à Índia na cimeira de IA

A quarta maior economia global, o país mais populoso do mundo e sem problemas de envelhecimento demográfico. A atração pela Índia está em alta, da Europa aos Estados Unidos.
21 Fevereiro 2026, 20h00

É sabido que a Inteligência Artificial está a ganhar tração em todos os quadrantes da vida humana e que acontecimentos como a Web Summit são capazes de chamar a Lisboa quantidades espantosas de especialistas, semi-especialistas, curiosos e membros do governo local. Mas, aparentemente, a India AI Impact Summit 2026, que decorre desde segunda-feira e encerra portas este sábado, terá qualquer coisa mais, pelo menos a ver pela lista de visitantes ilustres: Emmanuel Macron (presidente de França), Lula da Silva (seu homólogo brasileiro), Pedro Sánchez (chefe do governo espanhol), Dick Schoof (primeiro-ministro dos Países Baixos), Andrej Plenkovic (primeiro-ministro da Croácia), Alar Karis (presidente da Estónia), Petteri Orpo (primeiro-ministro da Finlândia), Kyriakos Mitsotakis (primeiro-ministro da Grécia) e ainda o primeiro-ministro do Butão, o vice-presidente da Bolívia, o seu homólogo da Guiana, o primeiro-ministro do Cazaquistão, o príncipe herdeiro do Liechtenstein, a primeira-ministra da ilhas Maurícias, Aleksandar Vucic (presidente da Sérvia), Peter Pellegrini (presidente da Eslováquia), o vice-presidente das Seychelles, o presidente da Suíça, o Sheikh Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi e finalmente António Guterres (secretário-geral da ONU).

A diferença está, salvo melhor opinião, no país que organiza o evento: a Índia, um dos poucos países do mundo desenvolvido ou em vias de desenvolvimento que não tem um problema de envelhecimento demográfico e é o país mais populoso do mundo, é o mercado onde todos querem estar ou vir a estar.

Prova disso é a pompa e circunstância com que a União Europeia celebrou a assinatura recente de um acordo de livre comércio (ou próximo disso) com o governo de Narendra Modi ou a insistência da Casa Branca em anunciar um acordo semelhante – que Nova Deli não se deu ao trabalho de confirmar. Ou a enorme comitiva empresarial que acompanhou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, à Índia em visita em outubro passado.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 20 de fevereiro.


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