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“Trump gosta dos mercados financeiros”, defendem gestores do Santander

A previsão do Santander aponta para um crescimento global resiliente de aproximadamente 3% a 3,1% em 2026, beneficiando de uma política monetária que transita do aperto para a neutralidade. Só nos EUA o crescimento será perto de 2%.
6 Fevereiro 2026, 20h00

O Santander Portugal realizou uma conferência em Lisboa a propósito da apresentação do relatório “Outlook de Mercado 2026: Rumo a Novos Máximos” da Santander Asset Management.
A conferência teve o sugestivo título “Ambiente Geopolítico e Oportunidades 2026”.

Ao contrário do que se poderia esperar, os mercados mostraram-se bastante agnósticos em relação à geopolítica e às tarifas dos Estados Unidos.

Essa é a principal conclusão do primeiro painel da conferência em que participaram o CEO da Santander Asset Management, Nuno Henriques, e o Responsável de Poupança e Investimento do Banco Santander, Pedro Mello e Castro.

“O investimento em ações continua no centro da nossa estratégia para 2026”, defende o Santander, apesar de potenciais disrupções geopolíticas, ou das tentativas de condicionar a atuação do banco central.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 6 de fevereiro.


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