Todas as sondagens convergem num único ponto: a segunda volta das eleições presidenciais é inevitável.

Por isso, há que pensar muito bem no que o país precisa.

Se queremos uma mudança, não devemos votar nos mesmos de sempre, nem alinhar em populismos extremistas ou em demagogos travestidos de modernos.

Ora, o único candidato capaz de garantir independência, estabilidade e visão estratégica para o nosso país é o Almirante Gouveia e Melo.

Com efeito, num Parlamento fragmentado, com ciclos políticos curtos e uma crescente desconfiança nas instituições, a independência do Presidente da República tornou‑se um requisito fundamental para o bom funcionamento do nosso sistema democrático.

Neste quadro, o Almirante é o único candidato verdadeiramente independente: não tem passado partidário, não deve favores a máquinas políticas, não está preso a equilíbrios internos, nem a interesses corporativos.

Num país onde a confiança nas instituições é frequentemente abalada por disputas políticas internas, um Presidente livre dessas pressões reforça a estabilidade do regime e a credibilidade do Estado.

A isto soma‑se algo que nenhum outro candidato oferece: experiência estratégica militar. A segurança deixou de ser um tema exclusivamente militar para se tornar um tema central de qualquer Nação, com impacto na economia em geral, em particular e no imediato, nas cadeias de abastecimento, na energia, na tecnologia e, noutro prisma, na posição de Portugal na esfera mundial.

Saliente-se que o Presidente da República é, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas, e, pela primeira vez em décadas, essa função tem peso real. O Almirante conhece o sector, compreende o xadrez geopolítico internacional e, de resto, antecipou riscos muito antes de se tornarem evidentes para todos. Foi o primeiro, há meses, a alertar para o perigoso quadro internacional que estava a germinar. Agora, depois da crise da Venezuela, todos vêm a terreiro tecer comentários e deixar alertas… agora, é fácil!

Esta capacidade de leitura estratégica é hoje indispensável.

Os críticos de Gouveia e Melo, à falta de melhor, dizem que ele não tem experiência política.

Mas será que Portugal tem tido falta de políticos experientes?…

Portugal não carece de políticos experientes, antes precisa de políticos com capacidade de execução e com coragem decisória.

Ora, se há algo que Gouveia e Melo demonstrou – durante a pandemia, no processo de vacinação, em Pedrógão Grande, no rescaldo dos incêndios e, na verdade, em toda a sua carreira militar – foi capacidade de organizar, decidir e entregar resultados.

É um pragmático.

Não precisamos de um Chefe de Estado pleno de retórica, nem de alguém que defende modelos económicos levianos, tal como não precisamos de um líder sem força.

Precisamos de um Presidente pragmático e sem medo de decidir o que for melhor para Portugal.