Carlos Mota Santos, CEO e presidente da Mota-Engil | A+

A Mota-Engil é a maior construtora portuguesa, uma multinacional, com a maior fatia do volume de negócios a ser feito além-fronteiras, e tem-se afirmado. O mercado reconhece isso, valorizando-a. Agora, venceu a concessão para o novo Aeroporto Internacional de Angola. Mostrando competitividade internacional. Um exemplo.

Cláudia Azevedo, CEO da Sonae | A-

O grupo Sonae está a crescer sustentadamente e está mais internacional do que nunca. Reestruturou-se, focou a operação, aventurou-se por novas áreas de negócio e por novos mercados, multiplicando investimentos. Só a MC planeia aplicar mil milhões de euros em Portugal. A valorização de cerca de 70% este ano é o reconhecimento dos passos dados.

Armindo Monteiro, presidente da CIP | B+

Só depois das posições extremadas, de embates públicos e de uma greve geral é que parecem reunidas as condições para se fazer concertação social. No início do ano, esperamos. O presidente da CIP desafiou as centrais sindicais para fazerem uma proposta conjunta de revisão da legislação laboral. Devia ter sido assim desde o início, mas mais vale tarde do que nunca.

 

João Diogo Silva e Maria João Carioca, Co-CEO da Galp | C+

A descoberta de petróleo ao largo da Namíbia levou os títulos da empresa aos píncaros, mas depois do negócio anunciado com a TotalEnergies veio a ressaca. A opção, bem suportada, por limitar o risco tem sido difícil de explicar aos investidores, que penalizaram a empresa em bolsa. Veremos se o curto prazo se impõe ao pensamento com tempo.