PremiumVanguard vai investir 1,5 mil milhões na ‘nova Comporta’

Em setembro começa a ganhar vida o projeto de longo-prazo que a Vanguard tem para a ‘nova Comporta’. Cobre centenas de hectares, custará pelo menos 1,5 mil milhões e terá uma associação para promover o equilíbrio ecológico da região, liderada por Guta Moura Guedes. A Amorim Luxury ‘herdou’ o antigo Hotel Aman, que será o próximo JNCQUOI Comporta. Mas, por enquanto, está tudo nas mãos do juiz Carlos Alexandre.

O projeto de 1,5 mil milhões de euros que a Vanguard Properties tem para a ‘nova Comporta’, pensado para o longo-prazo, depende apenas da conclusão do processo de venda dos dois principais ativos que ainda pertencem ao Fundo da Herdade da Comporta, gerido pela Gesfimo. A chave está nas ‘mãos’ do juiz Carlos Alexandre, que tem de emitir um despacho favorável sobre o pedido de aprovação das servidões dos terrenos que estão arrestados pelo Ministério Público, instituição à qual o consórcio enviará “na próxima segunda-feira” o pedido de aprovação.

As servidões são um encargo que determinam benefícios de um terreno a favor de outro, como uma servidão de passagem de água, acessos ou energia. Só depois será assinada a escritura pública do contrato de compra e venda. José Cardoso Botelho, sócio de Claude Berda, estima que a assinatura ocorra entre maio e junho, após a qual o consórcio formado pela Vanguard e pela Amorim Luxury será oficialmente o novo dono do Comporta Links e do Comporta Dunes, as duas áreas de desenvolvimento turístico (ADT) que custarão cerca de 157,5 milhões de euros, dando início à nova Comporta. Deste valor, a Amorim Luxury pagará cerca de 19 milhões pela participação de 12% no consórcio.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

Recomendadas

Parlamento anula transferência de 476,6 milhões do Fundo de Resolução para Novo Banco

O Orçamento de Estado acaba de aprovar a bandeira do Bloco de Esquerda de impedir a injeção do Fundo de Resolução dos 476,6 milhões de euros para o Novo Banco. Esta medida deixa o banco numa situação delicada para cumprir os compromissos de limpeza do balanço assumidos com Bruxelas.

AHRESP diz que Programa Apoiar pode não ser acessível a 58% do setor da restauração

A condição obrigatória que as entidades disponham de contabilidade organizada, é um requisito que pode impedir o acesso a 58% das empresas da restauração e bebidas, que são Empresários em Nome Individual (ENI), na sua esmagadora maioria inscritos no Regime Simplificado”, diz a Associação.

Mário Ferreira lança OPA sobre 70% da Media Capital. Paga 0,67 euros por ação

Na sequência de uma deliberação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Pluris Investments, de Mário Ferreira, lançou uma OPA obrigatória sobre a totalidade do capital que não controla na dona da TVI.
Comentários