PremiumSIVA avança para reestruturação da dívida à banca após venda à Porsche

Os moldes do negócio da venda da SIVA à Porsche estão dependentes da reestruturação da dívida bancária da distribuidora da Volkswagen em Portugal. Quatro bancos têm a maioria da dívida.

A SAG GEST – Soluções de Automóvel Globais já tem uma plataforma de entendimento para vender a sua subsidiária, a SIVA,  importadora e distribuidora de automóveis da marca Volkswagen, à Porsche Holding Salzburg. Os moldes do negócio vão conhecer desenvolvimentos em setembro, soube o Jornal Económico, mas a estrutura final do negócio implica a reeestruturação prévia da dívida bancária. Segundo o Jornal Económico apurou junto de fonte do setor financeiro, a maioria da dívida bancária está na mãos de quatro bancos (entre eles a Caixa Geral de Depósitos, Millennium bcp e Novo Banco) e qualquer reestruturação será feita em conjunto por estes bancos e não de forma isolada por cada um deles.  “A SIVA é cliente de quatro bancos principais em que dificilmente qualquer um dos bancos fará o que quer que seja de forma isolada”, diz fonte do setor financeiro.

Recorde-se que estes três bancos   – CGD, BCP e Novo Banco – assinaram um memorando para aderir à plataforma de gestão do crédito malparado e já concluíram a lista dos processos que querem passar para esta plataforma. Não foi possível confirmar se este caso da SIVA está entre estes créditos que vão ser negociados no âmbito desta plataforma. Tal como o Jornal Económico noticiou em edição passada, o total do crédito malparado que passará a ser gerido em conjunto ascende a mil milhões de euros.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Covid-19: Carris aumenta oferta nos dias úteis

A Carris – Transportes Públicos de Lisboa vai aumentar a oferta nos dias úteis, a partir de segunda-feira, nas carreiras onde se tem verificado uma maior procura, na sequência da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.

Banco de Portugal salienta que as moratórias públicas ou privadas devem ser tratadas da mesma forma

O Banco de Portugal destaca que a segundo esclareceu a EBA, as moratórias, de iniciativa pública ou privada, devem ser tratadas da mesma forma, desde que tenham um propósito e caraterísticas semelhantes. “A EBA definirá, em breve, quais os critérios a observar para o efeito”, diz a entidade de supervisão.

Oxford Economics estima recessão de 2,2% na zona euro e estagnação mundial

“A pandemia do novo coronavírus vai infligir uma profunda recessão na economia mundial, e em muitas das principais economias, durante a primeira metade deste ano”, lê-se numa nota enviada aos investidores, e a que a Lusa teve acesso, na qual se prevê que a zona euro caia 2,2%, os Estados Unidos 0,2% e a China cresça apenas 1%.
Comentários