Vitória de Guimarães vai ter maioria da SAD após acordo com Mário Ferreira

Num comunicado publicado no sítio oficial, o clube minhoto refere que “formalizou um contrato com a Mário Andrade Ferreira, S.A.” para “adquirir, de modo faseado”, até 31 de março de 2022, a “totalidade das ações representativas do capital social da Vitória Sport Clube – Futebol SAD”, por um preço total de 6,5 milhões de euros.

Twitter Vitória De Guimarães

O Vitória de Guimarães anunciou hoje que vai ter 96,4% do capital social da SAD responsável pela equipa da I Liga portuguesa de futebol, ao garantir a compra das ações de Mário Ferreira, acionista maioritário, até 2022.

Num comunicado publicado no sítio oficial, o clube minhoto refere que “formalizou um contrato com a Mário Andrade Ferreira, S.A.” para “adquirir, de modo faseado”, até 31 de março de 2022, a “totalidade das ações representativas do capital social da Vitória Sport Clube – Futebol SAD”, por um preço total de 6,5 milhões de euros.

“Em resultado do acordo referido, em 31 de março de 2022, o Vitória Sport Clube passará a deter 96,40% do capital social da Vitória Sport Clube – Futebol, SAD, sendo que a transmissão das ações e dos direitos e ela associados será efetuada de modo gradual, na medida e proporção do pagamento das quantias acordadas para o efeito”, lê-se no comunicado.

O Vitória vai ser pela primeira vez maioritário na SAD constituída em 10 de abril de 2013, com Mário Ferreira na posse de mais de 50% das ações, após um investimento de cerca de 800 mil euros, e o clube com 40% do capital, embora com alguns direitos especiais, como o de veto a alterações aos estatutos da SAD.

O presidente do clube e do conselho de administração da SAD, Miguel Pinto Lisboa, vai assim concretizar um dos objetivos que estabeleceu durante a campanha que levou à sua eleição em 20 de julho de 2019, com 50,6% dos votos dos associados.

Quando assumiu a presidência da SAD, em 30 de julho de 2019, Pinto Lisboa disse estar disponível para colaborar com Mário Ferreira, detentor de 56,40% das ações, mas só se o empresário português radicado na África do Sul concordasse com o modelo de gestão que pretendia implementar.

Caso não houvesse acordo quanto ao investimento no futebol, o dirigente prometeu adquirir a totalidade do capital social da SAD, que ascende aos 4,5 milhões de euros, na sequência do mais recente aumento de capital, aprovado na assembleia geral de acionistas de 18 de junho de 2016 – Mário Ferreira detinha uma percentagem equivalente a pouco mais de 2,5 milhões.

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