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Volume de vendas da Remax subiu 24,5%, para 7,1 mil milhões de euros em 2024

Os portugueses foram responsáveis por 77,5 % das transações (compra e arrendamento), registando-se compradores de 108 nacionalidades estrangeiras, com destaque para os brasileiros (7,1%). Ao nível das geografias, Lisboa liderou no volume de transações de imóveis, com 10,2% do peso total nacional.
12 Fevereiro 2025, 12h40

A Remax terminou 2024 com um volume de vendas de 7,1 mil milhões de euros, o que significou um crescimento de 24,5% face ao período homólogo, tornando este o melhor ano de sempre (2,7% acima do anterior recorde registado em 2022), segundo os dados da mediadora imobiliária.

Os portugueses foram responsáveis por 77,5 % das transações (compra e arrendamento), registando-se compradores de 108 nacionalidades estrangeiras, com destaque para os brasileiros (7,1%), seguindo-se os angolanos (1,7%), norte-americanos (1,4%), ingleses (1%) e franceses (0,9%).

Os apartamentos e moradias foram as propriedades mais vendidas representando 51,3% e 30,5% do total, respetivamente. Nos apartamentos, as tipologias mais procuradas foram os T2 (43,1%) seguindo-se os T3 (35,2%) e os T1 (14,3%), destacando-se ainda 9,5% de procura por terrenos, 3% lojas, 1,3% quintas, e 4,6% são outros.

Ao nível das geografias, Lisboa liderou no volume de transações de imóveis, com 10,2% do peso total nacional, seguida por Sintra (5,9%), Oeiras (3%), Cascais (2,9%), Vila Nova de Gaia (2,6%), Porto e Loures (ambas 2,4%), Almada (2,3%), Amadora e Odivelas (ambas 2,2%).

Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX, salienta que “dezembro foi o melhor mês de sempre, 2,9% acima do anterior recorde registado (dezembro 2021), assim como o melhor quarto trimestre de todos os anos de operação da marca no mercado nacional, uma trajetória bastante favorável e que abre boas perspetivas para 2025”.

Para este ano a CEO sublinha que a escassez da oferta nos últimos anos tem limitado o crescimento do mercado da mediação imobiliária, pois impõe um limite ao número de transações realizáveis. “Caso em 2025 se venha a verificar mais construção nova e mais número de reconversões, haverá mais produto disponível, aumentando assim a dimensão do mercado, uma vez que do lado da procura, esta manter-se-á alta, reforçada por uma previsível baixa das taxas de juro e pelos diversos programas e incentivos de acesso à habitação”, afirma.


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