O termo capitalismo popular foi amplamente usado em Portugal na década de 90 quando houve uma grande adesão à primeira fase de privatização da EDP da parte de pequenos investidores. Agora, uma empresa francesa de energias renováveis dá a possibilidade a pequenos aforradores de investirem num projeto seu em Portugal.
“Vamos abrir uma plataforma de financiamento participativo”, disse ao JE João Macedo responsável da Akuo, referindo-se ao projeto de alargamento da central de Santas, distrito de Portalegre, que vai juntar 45 MW aos 180 MW inaugurados na quinta-feira, com capacidade para abastecer 100 mil lares.
Esta plataforma permite a cidadãos e empresas investirem nesta central, “tornando-se assim atores da transição energética”. “É uma boa ferramenta para envolver as comunidades locais e os cidadãos e partilhar os benefícios financeiros destes projetos”, acrescentou. Para já, o objetivo é angariar 1 milhão de euros, que pode ser aumentado para 5 milhões, com o empréstimo a ser feito durante 4 anos com uma “taxa de juro anual de 7%”, explicou, com os prazos de subscrição a decorrerem na plataforma online no final de setembro/início de outubro. Lá fora, a empresa já usou este modelo em outros 15 projetos.
Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com