O Santander Obrigações Curto Prazo, gerido pela Santander Asset Management (SAM), alcançou os mil milhões de euros de ativos sob gestão, anunciou o grupo.
O Santander Obrigações Curto Prazo “tem beneficiado da conjuntura económica dos últimos anos, de taxas de juros mais elevadas e de uma política monetária mais restritiva, posicionando-se como uma alternativa aos depósitos a prazo, ao apresentar um nível de rentabilidade de cerca de 3%”, explica a sociedade gestora.
“O fundo tem-se destacado na indústria de fundos mobiliários nacionais pelo nível de captações alcançado. Em 2023 liderou o mercado ao captar mais de 367 milhões de euros; em 2024 foi novamente o fundo de obrigações com mais subscrições, ao ultrapassar os 405 milhões. Atualmente, a gestora de ativos do Santander tem uma quota de mercado de 17,13% em fundos de investimento mobiliários.
Para o CEO da SAM Portugal, Nuno Henriques, “estes resultados reforçam o esforço que tem sido feito pela sociedade gestora para oferecer aos clientes do Banco Santander as melhores opções de investimento em cada momento de mercado”.
O fundo é composto por uma carteira de obrigações diversificada: aproximadamente 50% da carteira está aplicada em ativos com maturidade inferior a um ano e mais de 20% em ativos com maturidade superior a 2 anos. Entre as maiores posições estão obrigações de governos da zona euro e crédito financeiro.
No final de janeiro, o fundo apresentava uma duração de 0,84 anos e uma yield to maturity (YTM) de 2,84%.
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