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Jornal Económico com Lusa

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Economia moçambicana cresce há três trimestres e acima da previsão

De acordo com as contas nacionais trimestrais divulgadas pelo INE, o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIBpm) acelerou de um crescimento homólogo de 0,1% no primeiro trimestre para 1,7% entre abril e junho. O resultado sucede ainda à expansão de 5,1% registada no quarto trimestre de 2025, consolidando uma trajetória de recuperação económica iniciada no final do ano passado.

BFA primeiro banco angolano com correspondência com o norte-americano Citibank

O BFA descreve, em comunicado, a operação como «um marco histórico na sua estratégia de internacionalização», tornando-se no primeiro banco angolano a estabelecer esta ligação com «uma das maiores instituições financeiras do mundo e um dos principais bancos dos Estados Unidos».

Cabo Verde eleito para vice-presidência do fundo africano de saúde

A eleição de Lúcio Miranda Fernandes ocorreu durante a reunião de operacionalização da estrutura reconstituída do fundo, à margem da 76.ª sessão do Comité Regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para África, que decorre em Adis Abeba até sexta-feira.

Tribunal Constitucional dá luz verde a decreto sobre concessão de asilo e retorno de estrangeiros

A decisão dos juízes do palácio Ratton, anunciada hoje no Tribunal Constitucional, responde ao pedido do Presidente da República, que no passado dia 07 solicitou a fiscalização preventiva deste decreto da Assembleia da República, aprovado em julho com votos a favor de PSD, IL e CDS-PP e a abstenção do Chega.

Petrolífera angolana Etu Energias vai aumentar participações em dois blocos

Num comunicado, a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Anpg) avançou que o contrato de compra e venda foi assinado entre a Etu Energias e a Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, multinacional de energia dos Estados Unidos.

Seguro promulga proibição de ‘smartphones’ até ao 9.º ano

A medida tinha sido anunciada há um mês pelo ministro da Educação que, na altura, explicou que a decisão teve por base a tendência internacional e um novo inquérito aos diretores escolares que relataram que nos espaços onde não entram telemóveis há “mais socialização” e “menos indisciplina”.
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