A Comissão quer aliviar os custos administrativos para as micro, pequenas e médias empresas (PME) em 35% com a simplificação burocrática em curso, um objetivo que os empresários nacionais veem com bons olhos, mas faltam ainda detalhes quanto como será operacionalizada este alívio. Os princípios de sustentabilidade são, diz Bruxelas, inabaláveis, mas há medos de que a liderança europeia neste capítulo fique ameaçada.
Ursula von der Leyen colocou a competitividade europeia como prioridade neste segundo mandato, um objetivo bem recebido pelos empresários do Velho Continente, que vinham alertando para o atraso do bloco em relação aos seus principais concorrentes. A simplificação administrativa é um dos passos críticos nesta ambição, argumentam os responsáveis europeus, mas faltam ainda detalhes sobre como será processada na prática esta desburocratização.
Para Jorge Pisco, presidente da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME), a simplificação “é importantíssima”, visto que é o aspeto mais frequentemente mencionado pelos empresários como um peso no seu crescimento – sobretudo na UE, onde o “excesso de burocracia quase se tornou norma”.
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