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Paulo Teixeira Pinto abre Museu Zer0 em Tavira

O museu nasce nos antigos silos de cereais e armazéns anexos da Cooperativa Agrícola de Santa Catarina da Fonte do Bispo e é o primeiro dedicado em exclusivo à arte digital em Portugal.  O ex-presidente do Millennium BCP é o fundador.
26 Setembro 2025, 16h00

Paulo Teixeira Pinto é o fundador do Museu Zer0 Digital Art Center que inaugura este sábado em Santa Catarina da Fonte do Bispo, Tavira.

A ideia de construir este museu partiu do ex-presidente do BCP que é colecionador de arte, artista e atualmente residente em Santa Catarina da Fonte do Bispo, no Algarve.

O museu nasce nos antigos silos de cereais e armazéns anexos da Cooperativa Agrícola de Santa Catarina da Fonte do Bispo e é o primeiro dedicado em exclusivo à arte digital em Portugal.

“O zer0 nã0 s1mb0l1za 0 vaz10, 0 nada, mas, pel0 c0ntrár10, c0nsubstanc1a 0 t0d0, a plen1tude”, escreve Paulo Teixeira Pinto, fundador do Museu Zer0.

O Museu tem, além das salas de exposição, uma área dedicada à investigação em parceria com a Universidade do Algarve, um serviço educativo, uma área para conferências e seminários e o Centro Magalhães de incubação de artistas, segundo revelou recentemente em entrevista ao jornal Sul Informação João Correia Vargues, presidente da Comissão Executiva do Museu.

A criação do Museu Zero implicou um investimento de cerca de quatro milhões de euros.

“Trata-se de um projeto cultural singular em Portugal, que promove a convergência entre tecnologia, arte, conhecimento e território, reunindo artistas, investigadores, curadores nacionais e internacionais em processos criativos inovadores. O museu aposta na criação e produção site-specific, ou seja, obras concebidas em estreita relação com o espaço arquitetónico e o contexto local, utilizando as mais recentes tecnologias digitais”, refere o Museu.

Sem um acervo tradicional, o Museu Zer0 estrutura-se num modelo de produção contínua e colaborativa, acolhendo artistas em Oficina Viva – residência e desenvolvendo uma programação com curadoria ativa e formação especializada. O centro pretende, também posicionar-se como um nó numa rede nacional internacional de arte digital, construindo pontes com outras instituições culturais e académicas, lê-se na brochura de apresentação do Museu.


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