A bolsa de Lisboa fechou o dia em terreno positivo, com um ganha de 0,49% para 7.953,02 pontos.
O BCP subiu 2,23% para 0,7514 euros, seguido da Sonae, que ganhou 1,53% para 1,3300 euros. A Ibersol aumentou 1,20% para 10,10 euros, a Galp somou 1,09% para 16,77 euros e a EDP Renováveis avançou 0,09% para 11,33 euros.
Em contraciclo, a Altri perdeu 1,18% para 5,040 euros, a Jerónimo Martins desceu 0,59% para 20,36 euros, a Mota-Engil derrapa 0,30% para 5,050 euros e a Corticeira Amorim deslizou 0,14% para 7,20 euros.
As principais praças europeias fecharam no ‘verde’, com o CAC40 a ganhar 0,97% para 7.870,68 pontos e o IBEX35 a subir 1,44% para 15.354,50 pontos.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “sexta-feira de otimismo foi a que se viveu nas bolsas europeias, apesar do setor tecnológico ter sentido pressão nas empresas ligadas à indústria de semicondutores depois do Wall Street Journal ter referido que o Governo de Trump está a avaliar planos para reduzir a dependência de chips fabricados fora dos EUA, notícia que em Wall Street puxa por cotadas como Intel, Skywater e GlobalFoundries”.
“Trump que moveu ainda uma nova ronda de tarifas ao setor Farmacêutico, que inclui uma taxa de 100% sobre produtos desenvolvidos por empresas que não tenham produção nem investimento nos EUA. Em Portugal o BCP foi líder, ao valorizar mais de 2%, para encerrar nos 75,14 cêntimos por ação”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI sobe 1,95%, fixando o preço do barril nos 66,25 dólares e o Brent ganha 1,77% para 70,65 dólares. O gás natural perde 0,41% para 3,182 dólares.
No mercado cambial o euro valoriza 0,23% face ao dólar, fixando-se nos 1,1693 dólares.
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