[weglot_switcher]

Programa PACT Fund da Deloitte quer financiar novos projetos sociais em Portugal, Angola e Moçambique

Com o objetivo estabelecido de apoiar 100 milhões de pessoas até 2030, o programa está a aceitar, até 3 de novembro, novas candidaturas de organizações sociais com propostas nas áreas do ensino, empregabilidade, empreendedorismo e educação para a sustentabilidade ambiental.
6 Outubro 2025, 22h49

A 12.ª edição do PACT Fund, uma iniciativa da Deloitte, traz uma nova ronda de financiamento para projetos sociais em Portugal, Angola e Moçambique.

Com o objetivo estabelecido de apoiar 100 milhões de pessoas até 2030, o programa anual está a aceitar, até 3 de novembro, novas candidaturas de organizações sociais com propostas nas áreas do ensino, empregabilidade, empreendedorismo e educação para a sustentabilidade ambiental.

Até ao momento, a Deloitte apoiou, através do PACT Fund, 69 projetos e, com eles, mais de 147 mil pessoas. Além disso, o programa mobilizou nos 315 mentores nos últimos 11 anos.

“O PACT Fund é um projeto que realmente mobiliza os profissionais da Deloitte. Todos os anos os mentores envolvem-se de forma ativa, para garantir que os projetos acontecem e que geram mudanças reais nas vidas das pessoas. É por isso que acompanhamos a execução no terreno, ajudando a estruturar os projetos da melhor forma, de modo que possam ter um impacto duradouro”, comenta Afonso Arnaldo, partner da Deloitte e Corporate Responsibility & Sustainability leader, citado em comunicado.

“Perante contextos desafiantes, como o que vivemos atualmente, além de financiar iniciativas sociais, é importante garantir que as mesmas dão as respostas necessárias nas suas áreas de atuação”, acrescentou.

O comité de avaliação do programa, que integra profissionais de vários departamentos da Deloitte, está responsável pela seleção dos projetos que passam à segunda fase, após o encerramento do período de candidaturas no início de novembro. Entre os parâmetros considerados na avaliação das mesmas estão o impacto, a viabilidade ou o caráter inovador da abordagem do projeto.

“As entidades selecionadas para a segunda fase têm oportunidade de apresentar diretamente ao júri os seus projetos, evidenciando, com maior detalhe, a sua relevância e impacto”, lê-se na mesma nota de imprensa.

As candidaturas escolhidas pelo júri serão dadas a conhecer em dezembro.


Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.