No segundo trimestre, a operadora registou uma quebra da faturação em 4,6%, para 648 milhões de euros, depois de ter reportado 695 milhões no período homólogo, refletindo a pressão concorrencial no segmento consumo, mas compensada pela expansão do negócio de energia e pelo aumento dos serviços empresariais, refere a empresa na nota de resultados divulgados esta quinta-feira, 27 de agosto.