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Governo escapa a ‘fantasma’ da coligação negativa da subida extra das pensões

Com as medidas aprovadas à revelia do Executivo no ano passado ainda bem vivas, o primeiro dia de votações não viu PS e Chega a convergirem no aumento das pensões, mas tal é ainda possível no IVA ou isenção de portagens.
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim (2-E), e o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão Brito (D), e o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Silva Lopes (E), durante o debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2026, na Assembleia da República, em Lisboa, 20 de novembro de 2025. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
21 Novembro 2025, 12h00

A votação do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) na especialidade arrancou ontem, com o Governo a alertar para a margem reduzida para acomodar novas medidas, sob pena de o país regressar aos défices e com o fantasma das coligações negativas a pairar. Ainda assim, e apesar de alguns sinais de que Chega e PS se poderão aproximar nalguns temas (com as portagens à cabeça), as propostas dos principais partidos da oposição para uma subida extra das pensões foram rejeitadas, ao contrário do bónus one-off proposto por PSD e CDS.

O debate no plenário da manhã de ontem arrancou com avisos à navegação por parte do Governo, que relembrou a “muito exígua” margem orçamental que resultará do OE2026, como descreveu o secretário de Estado do Orçamento, José Maria Brandão de Brito. Como tal, caberá aos partidos terem a responsabilidade para “não desvirtuarem” a proposta, sob pena de Portugal perder a credibilidade financeira que tem vindo a recuperar, continuou.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 21 de novembro.


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