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Petrolíferas americanas disparam com Venezuela aberta para o negócio

Possibilidade de mais negócio num novo mercado está a animar os investidores em Wall Street.
5 Janeiro 2026, 11h40

As petrolíferas norte-americanas estão hoje a disparar no pré-mercado em Wall Street. A perspetiva de mais negócio num novo mercado está a animar os investidores.

A Chevron dispara quase 8%, com a Exxon Mobil a avançar 4% esta manhã. Já os fornecedores ConocoPhillips e SLB também dispararam: 7% e mais de 9%.

A valorização acontece depois de os Estados Unidos (EUA) terem bombardeado Caracas no sábado e de forças especiais terem capturado o presidente Nicolas Maduro e a sua mulher Cilia Flores.

Já o preço do petróleo segue acima da linha d’água a subir 0,10% para os 60,81 euros.

O presidente norte-americano disse que os EUA vão “gerir” o país sul-americano até que uma “transição segura e apropriada” tenha lugar.

A Venezuela é um país fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e conta com as maiores reservas mundiais de petróleo, com mais de 300 mil milhões de barris, cerca de 17% das reservas globais de petróleo.

No entanto, a degradação da máquina venezuelana de petróleo ao longo das décadas, sem investimentos estruturantes, faz com que a produção do país pese apenas 1% na produção global.

“Vamos ter as grandes companhias petrolíferas dos EUA – que são as maiores do mundo – a entrar, gastar milhões de dólares, reparar a infraestrutura de petróleo. Vamos começar a fazer dinheiro para este país”, disse Donald Trump em conferência de imprensa no sábado, citado pela “CNBC”.

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