“A certeza e a previsibilidade da regulação europeia deve dar segurança ao investimento e deve promover uma atividade empresarial dentro dos moldes que permite uma gestão mais eficiente”, defendeu Catarina Mascarenhas, consultora da Abreu Advogados, como oradora convidada da Conferência do nono aniversário do Jornal Económico (JE).
Para o presidente do Crédito Agrícola, “o banco tem aqui um importante papel, ao impedir que se comentam crimes ambientais ao não financiar estas empresas que não cumprem certos critérios”.
Presidente da Águas do Tejo Atlântico salientou a necessidade de “ter o país preparado para dar resposta” à escassez de recursos, enquanto o presidente do Crédito Agrícola defendeu que o modelo da banca terá de se adaptar aos novos desafios, com a sustentabilidade como pano de fundo.
Para o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, o papel do Estado é ser um agente facilitador deste processo, destacando neste sentido o plano para a economia circular.
As insurtechs surgiram há cerca de três anos, e para Jorge Carvalho, CEO da SoftFinança, são um fenómeno semelhante às fintechs, mas para o mundo segurador.
Há direitos que são densificados e há direitos novos. A advogada Helena Tapp Barroso clarificou, no 3º Encontro JE/MetLife, quais são as diferenças entre direito de acesso, portabilidade ou apagamento, no novo regulamento da proteção de dados.