Na construção, continuam a faltar entre 80 e 90 mil trabalhadores e as obras podem atrasar-se se o problema não for resolvido com celeridade. A agricultura precisa de mais 5 mil, a indústria de “milhares”, sobretudo qualificados, e no turismo “a escassez é significativa”, levando à redução ocasional da atividade. No comércio e nos serviços, há dificuldades em “algumas áreas” e em qualificações específicas. “Via verde” recebe elogios, mas não é suficiente.