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JE Entrevista
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Pedro Febrero: “Há imensa inovação a acontecer Portugal”

Economista, advisor da rede BridgeWhat e evangelizador de novas tecnologias, especialmente de Web3. Considera que a tecnologia associada às criptomoedas ainda está na sua infância, nota a adoção pelo setor financeiro, mas ainda alguma relutância nos restantes, mas diz que o futuro vai passar por aqui. E pela inteligência artificial.
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Olivia Plotnick: “Um estudante chinês perguntou-me: ‘Estão todos de férias em Portugal? E o PIB?’”

O Innov.Club, uma colaboração entre a Beta-i e a sociedade de advogados Vieira de Almeida, que conta com o JE como parceiro, convidou Olivia Plotnick, uma especialista norte-americana em marketing digital que se especializou no mercado chinês nos últimos dez anos.

“Temos notado bastante interesse de players internacionais nas privatizações”

Angola quer captar mais investimento estrangeiro e tem em curso projetos relevantes de infraestruturas e um programa de privatizações ambicioso. A FBL Advogados, que assinala 20 anos de atividade, está a reforçar o seu posicionamento de ligação aos mercados internacionais para aproveitar este movimento. ”O investimento estrangeiro é um catalisador fundamental para a economia”, diz João Bravo da Costa.

Gilda Pereira: “Muitos imigrantes já regressaram ao país de origem, outros desistiram do processo”

A dificuldade que o Estado tem demonstrado na resposta aos profissionais especializados que vêm para Portugal já está a ter impacto negativo nas empresas que procuram talento. Gilda Pereira, fundadora da EI! Assessoria Migratória e ‘advisor’ da Bridgewhat alerta para as consequências.

OROC defende que “honorários extremamente baixos não são compatíveis com o trabalho dos auditores”

Virgílio Macedo está a iniciar o segundo mandato como bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (OROC), com menos pressão sobre as margens no mercado, mas com desafios recorrentes, como a limitação que o Estado impõe aos honorários nas auditorias às entidades públicas, para o qual insiste na intervenção da CMVM, o foco na formação para as novas tecnologias e a atração de talento.

Thorsten Kötschau: “A taxa do imposto é um tema, mas não é o mais relevante”

Thorsten Kötschau está há dois anos em Portugal como CEO da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã (CCILA), que quer fechar o ano com 800 empresas germânicas registadas. Enaltece o talento e a mão de obra portuguesa, mas diz que já escasseia no mercado e é necessário ter um sistema de migração que funcione. Assim como os serviços públicos, cujo bom funcionamento é visto como mais importante do que reduzir a taxa de IRC.
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