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“A Arte da Guerra”: “Trump quer fazer uma espécie de inventário de quem o apoiou contra o Irão”

E, no caso mais recente, é a Coreia do Sul que sai a perder. Mesmo assim, as declarações do presidente dos Estados Unidos sobre o seu homólogo e aparentemente amigo Kim Jong-un não deixam de surpreender até os mais atentos.Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“A Arte da Guerra”: “O Reino Unido está claramente ao lado da Ucrânia”

Desde a primeira hora e sem qualquer sobressalto face à sucessão de primeiros-ministros que passaram por Downing Street. A estratégia da Rússia é, neste caso sem qualquer margem de sucesso, romper o apoio europeu aos ucranianos. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“A Arte da Guerra”: “A estratégia do Irão é sacrificial”

Ao cabo de 60 dias de uma trégua em que tudo correu previsivelmente mal, Estados Unidos e Irão não deram mostras de terem como finalidade acabar com o conflito. Antes pelo contrário. A guerra está aí para continuar.Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

A Arte da Guerra: “Trump é intravável e o Irão é intratável”

Estados Unidos e Irão não deram mostras de terem como finalidade acabar com o conflito. Antes pelo contrário. A guerra está aí para continuar.Estes e outros temas merecem a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“A Arte da Guerra”. “Bashar al-Assad titulou uma administração absolutamente assassina e criminosa”

Há uma nova Síria a erguer-se dos escombros deixados por quase duas décadas e meia de governos liderados por Bashar al-Assad, entretanto refugiado em Moscovo. Neste contexto, é importante perceber-se o que está a fazer o resto do mundo – União Europeia incluída – para patrocinar esse regresso. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“A Arte da Guerra”. “Desde o início que Israel foi relutante quanto ao acordo que os EUA propuseram”

Foi com nenhuma surpresa que Israel se colocou de fora do acordo de paz para Gaza, patrocinado pelos Estados Unidos – que parecem ter abandonado o lado imobiliário da proposta. A criação de dois Estados na Palestina é uma quimera que tem cada vez menos tração com a realidade. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
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