Madeira Opinião
Demóstenes agora usa cascas de lapas
Compreendo perfeitamente as razões que levaram a dita “Lebre do Norte” a vir para a imprensa regional atacar o ex-presidente do PS-Madeira, Carlos Pereira, que é, sem qualquer margem para dúvida, o melhor e mais bem preparado e qualificado político que o partido alguma vez teve e que também tem currículo próprio e muito bom profissionalmente, o que, também sem qualquer margem para dúvidas, continuar a incomodar muita gente, acredito que gostavam de ser tão bons quanto ele, mas não o são nem nunca o serão.
Madeira – Zona de Tributação reduzida?
Só com a entrada de novos investidores, novas empresas, nomeadamente da área do digital, que não precisam de grandes espaços físicos para laborar a sua atividade, poderemos eventualmente aspirar a um crescimento da receita fiscal atual.
Incêndios: Que Estado temos e que Estado queremos?
Precisamos de uma classe política determinada e que seja capaz de se entender quanto às questões fracturantes do nosso país, como a reforma do Estado, a sustentabilidade da Segurança Social e das Finanças Públicas, uma verdadeira política de apoio à geração de postos de trabalho e de criação de riqueza por parte das nossas empresas, assim como de uma política “à séria” de atracção de investimento directo estrangeiro.
Eles gostam é de malhar em Marques Vidal
O ataque pensado e cronologicamente cuidado que tem feito à recondução de Joana Marques Vidal como Procuradora Geral da República mostra que o actual Partido Socialista continua a conviver mal com a separação dos poderes do Estado.
O teatrinho cafofiano do caracacá e do curucucu
Vamos aos conteúdos: um vazio total programático, sem uma única ideia em concreto para a Região, apenas imagem, com perguntas do caracacá, que levaram respostas do curucucu, estando ainda eu e todos os madeirenses e porto-santenses para saber se a ideia que tem da Economia do Mar é meter a malta na ponta do cais do Funchal a pescar, a ver se apanha umas bogas para fritar ao almoço
Ensino privado, sim, mas com dinheiro público, não!
A educação é um direito fundamental de todos os cidadãos, logo é uma obrigação do Estado proporcioná-la, com qualidade, a todos, sem exceção. Se o Estado não tiver condições para cumprir, então, poderá financiar privados que prestem esse serviço. No entanto, isso terá de ser feito com critérios claros e objetivos e só depois de se provar cabalmente que o Estado não está em condições de o fazer.
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