Senão vejamos o que propõe o atual governo aos portugueses que vivem da força do seu trabalho: os salários são para manter baixos, pelo menos; quer impor os despedimentos sem justa-causa, à semelhança de Milei; aprofundar a precariedade laboral; aumentar os horários de trabalho; interferir nos direitos de maternidade, além de, à semelhança do que aconteceu na Argentina, querer limitar o direito à greve e atacar a ação e a liberdade sindical.