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Os três principais índices encerraram a sessão desta segunda-feira no ‘verde’. Em baixa esteve sobretudo o setor farmacêutico, com os títulos de empresas como a Aerpio Pharma (-5,13%), a Adamis Pharmaceuticals (-4,08%) e a Anapty Bio (-5,85%) a recuarem.

A agência de notação financeira norte-americana justifica a revisão da perspectiva sobre o banco espanhol com “as condições agravantes” no país liderado por Recep Tayyip Erdogan. "Esperamos que o Garanti assista a um aumento significativo nos NPLs, pois a contínua depreciação da lira turca está a enfraquecer a capacidade dos mutuários turcos de honrar a sua dívida em moeda estrangeira", refere a S&P.

A agência de rating espera obter a curto prazo "maior clareza sobre o caminho orçamental e a agenda de reformas" que será adotada nos próximos meses pelo Governo formado pelo Movimento Cinco Estrelas e pela Liga (extrema-direita)

A Grécia saiu formalmente do seu terceiro programa de ajuda externa após oito anos de resgates e o resultado foi uma subida das ações nas bolsas europeias e uma queda dos juros soberanos. As dívidas dos periféricos caíram significativamente. Por cá Sonae, CTT, Mota e BCP lideram subidas em Bolsa.

As ações da fabricante automóvel liderada por Elon Musk caem 1,33%, para 301,43 dólares, depois de a agência noticiosa Reuters avançar que um fundo soberano da Arábia Saudita vai investir mil milhões de dólares na Lucid Motors, rival da Tesla.

O PSI 20 soma 0,77%, para 5.503,49 pontos, em linha com as principais praças europeias, quando o alívio das tensões comerciais entre Estados Unidos e China dá suporte aos mercados.

Matteo Salvini afirmou que o governo italiano vai “avançar com a rescisão” de todas as concessões face ao desastre ocorrido em Génova, que provocou a morte de mais de quatro dezenas de pessoas.

PSI 20 ganha 0,91%, para 5.510,90 pontos, numa altura em que a especulação em torno do fim da guerra comercial entre Estados Unidos e China dá gás aos mercados.