Segundo os resultados oficiais das últimas autárquicas, 171 dos presidentes de Câmara eleitos vão cumprir agora o seu primeiro mandato, outros 90 foram eleitos para um segundo mandato e 47 vão cumprir o terceiro e último mandato que é permitido pela lei que limita a três os mandatos consecutivos permitidos à frente da mesma câmara municipal.
Pedro Nuno Santos dá vários exemplos para demonstrar que coligações à esquerda teriam feito toda a diferença no desfecho da noite eleitoral de domingo. Lisboa à cabeça. Se o PCP tivesse aceitado o convite dos socialistas, a presidente da Câmara de Lisboa era Alexandra Leitão e o vice-presidente João Ferreira, diz o antigo líder e responsável pela escolha dos candidatos autárquicos.
“Os portugueses reconhecem o trabalho que o Governo liderado pelo PSD tem vindo a realizar: um trabalho de estabilidade, previsibilidade e confiança”, defendeu o coordenador autárquico do PSD Pedro Alves, numa declaração política no parlamento.
A reunião deste órgão está marcada para a noite, na sede do PS, em Lisboa, mas antes, pelas 18:00, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, reúne-se na Assembleia da República com o grupo parlamentar socialista para discutir o OE2026.
Nas eleições de domingo, no total nacional, o PSD com listas próprias, ou em coligações, venceu em 136 municípios contra 128 do PS, quando em 2021 tinha triunfado em 114, contra 149 dos socialistas.
“Que grande vitória foi esta da Guarda. Agradeço a todos os que deram a cara para que pudéssemos ter esta retumbante vitória na Guarda”, afirmou o cabeça de lista da coligação Pela Guarda – Nós, Cidadãos!/PPM, que tinha sido eleito há quatro anos por um movimento independente.