Sobre a demissão das chefias da urgência geral, a ULS refere apenas que na noite do 2 para o dia 3 estavam escalados seis médicos, que são distribuídos pelas duas áreas (ambulatório e serviço de observação) “consoante as necessidades”. Sindicatos dizem que para a área de ambulatório, durante horas, esteve apenas um médico, uma “situação completamente inaceitável”.