122 mil jovens sem competir. Que soluções para a crise do futebol de formação? Veja o “Jogo Económico”

A crise pandémica paralisou o desporto jovem e obrigou à paragem 400 atletas. Só no futebol e no futsal, existem 122 jovens atletas parados e as inscrições de novos atletas apresenta quebras de 80%. Que futuro para o desporto jovem em Portugal?

O futebol de formação vive o maior desafio da sua história. Estima-se que mais de 120 mil jovens atletas estejam parados, num universo de 400 mil no total das modalidades. Este vai ter o tema da segunda parte do programa, onde vamos contar com a presença de Bruno Travassos, professor Auxiliar e diretor de mestrado em Ciências do Desporto da Universidade da Beira Interior e Investigador do CIDESD.

Vamos ainda analisar os investimentos no futebol europeu em 2020. Apesar da crise económica, já foram concluídos 20 negócios a nível europeu e de acordo com o último relatório da KPMG, a saturação do mercado das ‘Big5’ pode levar a que estes investidores se virem para campeonatos secundários, como a Liga portuguesa.

O programa ‘Jogo Económico’ é um espaço de debate sobre a economia do desporto da autoria e com a moderação de José Carlos Lourinho, editor do “Jornal Económico” e que conta com um painel de residente constituído por Shrikesh Laxmidas, diretor-adjunto do JE, Leonardo Ralha, sub-diretor do JE, o jornalista João Marcelino e o economista e ex-futebolista Diogo Luís.

A edição desta semana vai para o ar esta sexta-feira a partir das 19h00 no site e nas redes sociais do JE e no canal “A Bola TV”.

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De acordo com a análise de Miguel Farinha, partner e líder de Strategy and Transactions da EY, que consta da quarta edição do Anuário do Futebol Profissional Português, produzido pela EY, numa parceria com a Liga Portugal, este valor “fica aquém da real dimensão da indústria, uma vez que não contempla impactos indiretos e induzidos”.

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