À boleia de Bruno Fernandes, Premier League foi a que mais gastou no mercado de inverno

As Big Five gastaram um total de 755,4 milhões de euros durante o mercado de inverno, equivalente a 71,8% dos gastos globais das restantes ligas de futebol. A LaLiga (Espanha), Premier League (Inglaterra), Serie A (Itália), Bundesliga (Alemanha) e Ligue 1 (França), são responsáveis por participar em negócios de 580 jogadores dos 4.108 transferidos durante a abertura do mercado em janeiro.

À boleia da transferência de Bruno Fernandes para o Manchester United por 55 milhões de euros, a Premier League foi a ‘Big Five’ que mais gastou em contratações durante o mercado de inverno. Os gastos em transferências pelas principais ligas europeias (Big Five) superaram os 700 milhões de euros, o que equivale a 71,8% do valor monetário investido em jogadores a nível global, segundo o “Palco23”.

O valor total dos gastos com transferências internacionais aumentou 4,3%, passando de mil milhões de euros em janeiro de 2019 para 1,15 mil milhões de euros este ano.

As grandes ligas também acumulam o maior investimento na contratação de jogadores de equipas fora das Big Five, com um total de 516,8 milhões de euros. As operações entre clubes espanhóis, italianos, ingleses, franceses e alemães movimentaram 238,5 milhões de euros.

Entre as Big Five, os clubes ingleses foram os que mais gastaram (273,1 milhões de euros), em sentido inverso, a liga italiana foi onde se gastou menos (116 milhões de euros). A liga francesa e a sua homóloga italiana foram as únicas, entre as cinco principais ligas, onde os clubes receberam mais em transferências do que gastaram em contratações durante o mercado de inverno de 2020.

O ex-capitão do Sporting, Bruno Fernandes, foi transferido para o Manchester United por 55 milhões de euros, tornando-se no negócio mais caro deste período de transferências. À semelhança do que aconteceu durante o mercado de verão quando João Félix custou aos cofres do Atlético de Madrid 126 milhões de euros.

Recomendadas

Futebol: campeonatos nacionais não profissionais concluídos antecipadamente pela FPF

A FPF dá por concluídas as provas desta época, sem atribuir vencedores a estas competições nem se fazendo sentir o regime de subidas e descidas.

“Nunca o modelo americanizado esteve tão próximo”, considera juiz do TAD

Que modelos competitivos vamos ter no contexto do desporto europeu após a pandemia de Covid-19. Jerry Silva, juiz do Tribunal Arbitral do Desporto, considera que está aberto o caminho para a realização de competições fechadas como a SuperLiga europeia.

“Vamos precisar de um Plano Marshall para o futebol”

Luís Miguel Henrique referiu na última edição do programa “Jogo Económico”, da plataforma JE TV, que um corte como aconteceu no FC Barcelona, por exemplo, dificilmente poderia ser replicado num clube da Liga portuguesa. “É difícil que o problema se resolva à escala de cada país, FIFA e UEFA têm meios para ajudar os clubes”, realçou.
Comentários