“Os preços das acções são impulsionados pelo sucesso da inteligência artificial e as desregulamentações implementadas pela administração Trump dão às empresas a sensação de que a Casa Branca está do seu lado”, diz Kenneth Rogoff, professor da Universidade de Harvard e antigo economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), citado pela RTP.
Já Ludivine Gilli, diretora do Observatório da América do Norte da Fundação Jean-Jaurès, confirma que “os mercados financeiros gostam do facto de terem sido levantadas algumas restrições, por exemplo, em matéria de proteção do ambiente e de produção de combustíveis fósseis”.
As sete magníficas das tecnologias – Apple, Microsoft, Nvidia, Alphabet, Amazon, Meta Platforms e Tesla – já eram grandes empresas quando o “boom” da inteligência artificial começou. Um ano depois da tomada de posse de Donald Trump, os títulos estão ainda mais fortes. Na altura, o presidente Donald Trump anunciou a criação de uma cooperação empresarial que investirá até 500 mil milhões de dólares em infraestrutura ligada à inteligência artificial (IA), uma parceria formada pela OpenAI, Oracle e SoftBank.
Desde então, as ações da empresa liderada por Tim Cook subiram 12% estando a cotar nos 250 dólares. Também a Microsoft valorizou 1,2% para os 451 dólares. Já a Nvidia cresceu 25% para os 184 dólares. E a Alphabet disparou 65% para os 331 dólares. A Meta valorizou 3% para os 646 dólares e a Tesla subiu 8% para os 448 dólares. A Amazon manteve-se praticamente inalterada nos 235 dólares.
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