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Alemanha defende quotas para o aço no acordo comercial entre União Europeia e Estados Unidos

A União Europeia e os Estados Unidos chegaram a um acordo, a 28 de julho, para uma tarifa de 15% nos produtos que são exportados do bloco europeu para o território norte-americano. Contudo para certos produtos estão em vigor tarifas mais elevadas (50%), onde se inclui o alumínio, aço e cobre.
4 Agosto 2025, 10h14

O ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, defende a existência de um sistema de quotas para o aço no acordo comercial entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos (EUA). O governante tem programa um encontro esta segunda-feira em Washington.

Recorde-se que a UE e os EUA chegaram a um acordo, a 28 de julho, para uma tarifa de 15% nos produtos que são exportados do bloco europeu para o território norte-americano. Contudo para certos produtos estão em vigor tarifas mais elevadas (50%), onde se inclui o alumínio, aço e cobre.

Ministro alemão confirma conversações para quotas no aço

Numa entrevista à rádio Deutschlandfunk o titular da pasta das finanças da Alemanha disse que estão a “existir conversações” para a existência de um sistema de quotas para o aço. “Seria bom se houvesse um”, reforçou o governante alemão, que tem uma reunião prevista para esta segunda-feira em Washington.

Lars Klingbeil adiantou, citado pela agência Reuters, que “vai testar” que medidas é que o governo norte-americano “está preparado” para tomar e qual pode ser a solução.

Acordo comercial previa sistema de quotas

Aquando do anúncio do acordo, a 28 de julho, a Casa Branca tinha também confirmado que a UE iria trabalhar com os EUA “para eliminar tarifas em vários setores” e providenciar “quotas significativas” a outros produtos.

No âmbito deste acordo, esclareceu também a Casa Branca, a UE vai comprar 750 mil milhões de dólares em energia norte-americana e fazer novos investimentos de 600 mil milhões de dólares nos Estados Unidos, até 2028.

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