PremiumAlfredo, o algoritmo que descobre o valor da sua casa

Chama-se Alfredo IA a empresa que trabalhará em parceria com o Novo Banco para, de forma mais certeira, atribuir um valor a cada imóvel sem utilizar apenas o preço médio de venda por metro quadrado.

Os quatro engenheiros – Gonçalo Abreu, Guilherme Farinha, Mário Gamas e João Januário – e ex-alunos do Instituto Superior Técnico sentiram que havia um desajustamento na oferta tecnológica para o setor imobiliário nacional e decidiram arregaçar as mangas e criar a startup Alfredo AI. Com apenas um ano de vida, a empresa portuguesa irá apoiar o Novo Banco a conhecer melhor o valor dos imóveis que transaciona, através de uma tecnologia 100% desenvolvida por si e baseada em machine learning. Com esta ferramenta, todos os dados (estruturados e não estruturados) acerca dos edifícios e daquilo que os rodeia são processados com a ajuda de tecnologia.

“Existe a ideia de que o mercado imobiliário e a tecnologia não combinam. Com os avanços a que assistimos ultimamente, acreditamos que esta visão está desfasada da realidade. Há duas coisas centrais na tecnologia que o Alfredo usa para trazer estrutura ao mercado imobiliário: machine learning (aprendizagem máquina) e sistemas distribuídos”, disse o CEO, Gonçalo Abreu, ao Jornal Económico (JE). “O nome é um antropomorfismo. No nosso caso, é uma máquina que ajuda qualquer stakeholder do mercado imobiliário, automatizando o acesso e tratamento de informação”, referiu.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Testes de ‘stress’ do BCE analisaram Novo Banco entre os 51 médios e pequenos bancos abrangidos

De acordo com os dados publicados pela instituição, o banco liderado por António Ramalho poderia, num cenário adverso, perder entre 600 e 899 pontos base e atingir um CET1 ‘fully loaded’, ou seja, tendo em conta futuras exigências de capital, abaixo de 8%.

BCP com rácio de capital abaixo de 9% em cenário adverso, diz EBA

Num cenário muito severo, o setor bancário da União Europeia iria manter-se acima do rácio CET1 de 10%, diz EBA. O português BCP, que foi testado, fica abaixo. O BCP ficaria, em 2023, num cenário adverso com um CET1 “fully loaded” de 8,14%, face ao cenário base com que partiu, em 2020, de 12,2%.

CEO da CGD: “Sabemos que o nosso resultado dos testes de stress é claramente satisfatório”

“Sabemos que o nosso resultado em termos absolutos é claramente satisfatório”, adiantou, na conferência de imprensa de apresentação de resultados do banco, o presidente da Comissão Executiva da CGD, Paulo Macedo.
Comentários