Angola quer que OPEP defina “preço justo” para petróleo

Antes de deixar Luanda para a capital austríaca, o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos angolano, Diamantino de Azevedo, informou a imprensa que espera, na reunião, se encontrem soluções para o preço do barril de petróleo que satisfaça os produtores e os consumidores.

Angola defendeu que a OPEP, deve encontrar “soluções” para estabelecer um “preço justo” do barril de crude.

Antes de deixar Luanda para a capital austríaca, o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos angolano, Diamantino de Azevedo, informou a imprensa que espera, na reunião, se encontrem soluções para o preço do barril de petróleo que satisfaça os produtores e os consumidores.

“Temos a expectativa de que se encontrem soluções que correspondam aos anseios dos membros da OPEP e também dos membros não pertencentes à OPEP, mas que trabalham em conjunto com a organização”, disse

Diamantino Azevedo salientou que a fixação dos preços do petróleo nos mercados internacionais tem “uma característica volátil”, embora passe também, atualmente, “por questões geopolíticas”. A organização está preparada e tem experiênpeyrocia suficiente para lidar com essa situação”, sublinhou o governante.

Na reunião de Viena vai discutir-se a estratégia da organização para 2019 e o volume de produção face à queda, nas últimas semanas, do preço do crude nos mercados internacionais que, depois de atingir os 80 dólares/barril, tem vindo a descer.

Hoje, o barril de petróleo Brent, para entrega em Fevereiro, abriu no mercado de futuros de Londres cotado a 60,89 dólares, uma variação negativa de 1,29% em relação ao fecho de quarta-feira, quando o preço do petróleo que serve de referência para Angola fechou a 61,56 dólares.

Ler mais
Recomendadas

REN vai propor que dividendo se mantenha em 17,1 cêntimos

Para a REN, este valor, que se mantém desde 2013, está em linha com a “política de dividendos anunciada no último Capital Markets Day”.

Lucros da REN recuam 8,1% em 2018 devido à CESE

REN anunciou redução dos lucros em 2018 e justificou a quebra com a subida da taxa de imposto.

Marcelo promulga lei da Paridade

Presidente da República indicou preferir que a alteração sobre legislação eleitoral não fosse submetida a promulgação a pouco menos de seis meses de eleição a que se aplica.
Comentários