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Assembleia Municipal de Lisboa rejeita censurar Carlos Moedas

Entre os 75 deputados municipais, votaram contra PSD, IL, MPT, Aliança e CDS-PP, abstiveram-se BE, Livre, PEV, PCP, dois deputados independentes do movimento Cidadãos por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre), PS e PAN, e votaram a favor PPM e Chega.
Carlos Moedas
epa12350299 Lisbon mayor Carlos Moedas speaks to the press after the Gloria funicular cable railway derailed in Lisbon, Portugal, 03 September 2025. At least three people died in the derailment, with emergency services reporting that several were injured and others are still trapped at the scene. EPA/MIGUEL A. LOPES
9 Setembro 2025, 17h26

A Assembleia Municipal de Lisboa rejeitou hoje a moção de censura do Chega ao presidente da câmara, Carlos Moedas (PSD), que pretendia responsabilizá-lo politicamente pela tragédia do descarrilamento do elevador da Glória.

Entre os 75 deputados municipais, votaram contra PSD, IL, MPT, Aliança e CDS-PP, abstiveram-se BE, Livre, PEV, PCP, dois deputados independentes do movimento Cidadãos por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre), PS e PAN, e votaram a favor PPM e Chega.

Acusando o presidente da Câmara de Lisboa de falhar no dever de “garantir a segurança da cidade”, a moção de censura do Chega foi apresentada na sequência do descarrilamento do elevador da Glória, que ocorreu na quarta-feira e provocou 16 mortos e 22 feridos, entre portugueses e estrangeiros de várias nacionalidades.

De acordo com o Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, as moções de censura “visam censurar a ação da câmara municipal” e servem para “tomar posição” sobre assuntos de interesse para o município, no âmbito da competência de fiscalização deste órgão, sem ter poder para destituir o executivo camarário.


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