Com uma guerra em curso na Ucrânia e a insistência de Washington em anexar a Gronelândia, o fim do tratado que controlava a proliferação de armas nucleares é uma péssima notícia, exceto, aparentemente, para Trump.
Ao contrário do que supunham os analistas, a oposição democrática não conta para nada e as eleições presidenciais são uma quimera longínqua. Para Donald Trump, está muito bem assim,
Sanae Takaichi quer avançar com uma política económica expansionista, alavancada numa fiscalidade agressiva. O aumento da tensão com a China implica, por outro lado, a vontade de alinhar com a estratégia dos Estados Unidos.
As duas partes mostraram-se dispostas a voltar a sentar-se à mesa para continuar as negociações, mas Teerão não admite estender as discussões para outros temas, nomeadamente o dos mísseis balísticos, que são a grande preocupação dos israelitas.
Tenente-general Vladimir Alexeyev foi baleado na capital russa. Ligado à influente área da inteligência militar, o atentado não pode deixar de ter consequências negativas no quadro das negociações tripartidas que continuam esta sexta-feira nos Emirados Árabes Unidos.
A frase é do secretário de Segurança da Ucrânia, mas, no país, os ataques russos continuam sem parar. E a promessa é mesmo essa: Não vão parar enquanto a Ucrânia não aceitar os termos propostos por Moscovo.