Numa altura em que as mortes no Irão já terão atingido as cinco centenas, Donald Trump quer preparar uma resposta ao regime teocrático dos aiatolas. Mas revelou que lhe foram propostas negociações.
Se os Estados Unidos avançarem sobre a Gronelândia – mesmo que evitando uma ação militar – os europeus tenderão a deixar as obrigações para com a NATO. O dólar e a indústria norte-americana da defesa sofrerão o primeiro impacto.
A 52.ª Sessão da Comissão Bilateral Permanente EUA-Portugal (SBC) teve lugar esta segunda-feira em Lisboa. O objetivo era o de coordenar esforços para o fortalecimento da cooperação em matéria de defesa e segurança e expandir as relações económicas.
Um mercado de 700 milhões de consumidores e um PIB da ordem dos 22 biliões de dólares são o que o acordo União Europeia-Mercosul vai criar. Mas pode ser um mercado desequilibrado – só reequilibrável com as medidas de proteção previstas. Mesmo assim, a França tem fortes reservas.
Presidente dos Estados Unidos quer acelerar a exploração de petróleo no país de que está ‘a tomar conta’, mas as companhias alegam insegurança jurídica e lembram um passado traumático. Entretanto, Cuba foi aconselhada a concluir acordo com os EUA “antes que seja tarde demais”.
‘Não queremos ser norte-americanos”, respondem os líderes políticos da Gronelândia, apesar de todos eles serem a favor de que a ilha deixe de vez de pertencer à Dinamarca. Mas, esta semana, há mais negociações.