Se somados, os dois partidos que mantinham uma coligação até estas eleições antecipadas conseguiram uma maioria qualificada de dois terços do parlamento. Projeto político de Sanae Takaichi não tem agora qualquer obstáculo. A não ser talvez o banco central.
Estão presentes cerca de 50 países, que querem impor um controlo sobre a produção chinesa. O problema é que é na China que estão a maior parte dos depósitos, cerca de 60% do total global. que asseguram 90% da procura mundial.
Com uma guerra em curso na Ucrânia e a insistência de Washington em anexar a Gronelândia, o fim do tratado que controlava a proliferação de armas nucleares é uma péssima notícia, exceto, aparentemente, para Trump.
Ao contrário do que supunham os analistas, a oposição democrática não conta para nada e as eleições presidenciais são uma quimera longínqua. Para Donald Trump, está muito bem assim,
Sanae Takaichi quer avançar com uma política económica expansionista, alavancada numa fiscalidade agressiva. O aumento da tensão com a China implica, por outro lado, a vontade de alinhar com a estratégia dos Estados Unidos.
As duas partes mostraram-se dispostas a voltar a sentar-se à mesa para continuar as negociações, mas Teerão não admite estender as discussões para outros temas, nomeadamente o dos mísseis balísticos, que são a grande preocupação dos israelitas.