Um mês (e três dias) após a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, numa operação militar ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, a indústria petrolífera venezuelana fez entrar no mercado 799 mil barris de petróleo por dia (média de janeiro), mais 300 mil em relação a dezembro de 2025, ou seja, mais 60%. De então para cá, o preço do petróleo bruto (crude) e de petróleo refinado nos mercados internacionais não parou de descer. Os preços caíram mais 5% já este mês de fevereiro, continuando uma tendência que se vem consolidando ao longo do segundo semestre de 2025 – com um pico inferior abaixo dos 60 dólares por barril de brent registado no passado mês de dezembro.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 6 de fevereiro.
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