Os equipamentos anunciados, por se encontrarem a sul do tejo, irão exigir mais e melhores vias de comunicação com a capital, o que permitirá criar uma maior coesão entre as margens norte e sul do rio.
A democracia é um corpo vivo que não pode correr o risco de se tornar percebido como um sistema obsoleto e incapaz de lidar com os desafios do presente. Nos 50 anos do 25 de Abril, urge criar um novo pacto que permita unir os portugueses em torno de uma agenda para o país.
Na União Europeia, analistas e observadores acreditam que a atividade pode aumentar ligeiramente no primeiro trimestre de 2024, antes de uma recuperação mais pronunciada nos próximos trimestres.
Não existe projeto estratégico para Portugal que não seja produzido em Bruxelas. E, pior ainda, não existe ambição de ter peso real dentro da União Europeia.
É preciso reconstruir uma estratégia para o país para a próxima década, e uma que não seja totalmente dependente da estratégia europeia. Portugal deve ter um plano próprio.
É urgente agir para criar uma proposta de renovação do contrato social europeu, que devolva a esperança nas instituições e providencie respostas para os anseios e ambições de bem-estar dos indivíduos.