Apesar da incerteza, há razões para acreditarmos que a segunda metade de 2024 poderá contar uma narrativa diferente e acabar por moldar o próximo ano como um ano de transição favorável para a economia.
A criação de mecanismos que aumentem a mobilidade social dos cidadãos será um fator decisivo em 2024, ano que será marcado por uma série de eleições relevantes nas principais economias mundiais.
Teria sido positivo que o país tivesse conseguido ser preventivo, aproveitando os quase dez anos de taxas zero para promover uma alteração de paradigma, incentivando as famílias a trocarem os seus empréstimos de taxa variável para taxa fixa.
Existe uma preocupação generalizada de que as autoridades chinesas estão hoje limitadas nas suas opções para revigorar a economia, dadas as dívidas crescentes, estimadas em cerca de 2,8 vezes o valor da produção nacional.
Portugal tem tido um cenário de polémica política, mas continua a ter estabilidade política para, nos próximos dois anos, impor reformas que permitam debelar os problemas estruturais de competitividade do país.
O lançamento de uma CBDC na Europa tem, como fundamentos principais, criar uma solução para o crescente aumento da procura por pagamentos digitais seguros.