[weglot_switcher]

AUTOR


Há uma Síndrome de Estocolmo política?

Porém, se na Síndrome de Estocolmo clássica são “apenas” cerca de 8% os que idolatram os seus carrascos, na política essa percentagem é incompreensivelmente muito superior, esbarrando, não raras vezes, em maiorias absolutas.

Dia dos Namorados; dia da não violência no namoro!

Ninguém deve nem pode andar de mãos dadas com o medo e com a violência, independentemente do género, credo, etnia, educação, idade, nível económico ou da sua sexualidade – pois nenhuma violência pode legitimar o amor, no respeito de uma relação equilibrada e saudável entre pessoas.

Reformados, os eternos penalizados

Tem-se assistido a recorrentes e reiteradas penalizações a esta faixa populacional que, na sua larga maioria, já começou por ser penalizado na sua juventude quando se viram obrigados a trabalhar, ao invés de estudar, para fazer face às dificuldades do seu tempo.

(Neo)Liberalismo

O (neo)liberalismo não pode ser encarado como solução para “estabilidade económica de um país”: como é que se pode validar uma ideologia que assume que os números têm primazia sobre as pessoas? Que sacrifica crianças e idosos em nome da recuperação das elites económicas? Que liberalismo económico é este que se sobrepõe ao humanismo? E que abandona a humanidade…? E gere os países como se fossem empresas, gerando fome, miséria, desemprego em nome de superávits?!

“Miséria de cabeça”

O que tem faltado é um conjunto de políticas públicas de prevenção e combate à pobreza; mas tem sobejado a pobreza de espírito de tantos que veem na “caridadezinha” a via de combate à pobreza na Região Autónoma da Madeira.

A corrupção que nos envergonha

Se por cá fossemos uma democracia sólida e bem-sucedida e um país( região) e uma sociedade menos desigual, creio que os níveis de corrupção não teriam a atual expressão que inevitavelmente nos envergonha. Mas nem todos os eleitos primam por uma conduta de integridade e honestidade, de abnegação e compromisso com a população e causa pública. 
Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.